sábado, 23 de outubro de 2010

terça-feira, 6 de julho de 2010

CEF - BLOGUE

http://esscpefasec.blogspot.com/

Este Blog foi criado, pelo Professor Alfredo Garcia, para apoio ao Curso EFA Secundário da Escola Secundária de Seomara da Costa Primo. Pretende ser um contributo para que todos os professores, que se iniciam nos EFAs, tenham acesso rápido à legislação e documentação essencial a uma boa operacionalização da actividade docente. Neste Blog será publicada: Legislação de enquadramento e outras informações relevantes, consideradas de interesse para uma boa implementação do Curso.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

CONCURSO ROSA-DOS-VENTOS


TRABALHOS REALIZADOS PELOS ALUNOS DO 7º ANO DE ESCOLARIDADE, DO AGRUPAMENTO VERTICAL DR. FRANCISCO GONÇALVES CARNEIRO - CHAVES.






quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Como construires uma Rosa-dos-Ventos



Características do Planeta Terra

Conteúdo: Movimentos do Planeta Terra, Rotação, Translação, Coordenadas Geográficas, Paralelos, Meridianos, Latitudes, Longitudes, Zonas Climáticas.

Terra - Movimentos

A Terra possui diversos movimentos, tanto internos como externos.
Internamente: movimentos de placas tectônicas, núcleo, magma.
Externamente: movimentos em relação a lua e ao sol, dentro da galáxia, e no universo.

Principais movimentos da Terra:

Rotação: Movimento que a Terra faz em torno de seu próprio eixo imaginário.
- Duração: aproximadamente 24 horas
- O movimento de rotação da Terra explica a existência dos dias e das noites.
- O movimento de rotação da Terra é de oeste para leste.


Translação: Movimento que a Terra executa ao redor do sol.
- Duração: 365 dias e 6 horas. [a cada 4 anos essas horas a mais somam 1 dia que é colocado no mês de fevereiro, como dia 29. Quando isto ocorre o ano é chamado de ano bissexto, pois possui 366 dias].
- Determina o ano solar como medida para a contagem de tempo.
- Determina as estações do ano, em função da distribuição desigual de luz fornecida pelo Sol nas diferentes regiões da Terra ao longo do ano.





  • Lua é um satélite natural que gira ao redor do planeta Terra.

  • Sol é uma estrela e seu movimento aparente se dá de Leste para Oeste.





Linhas Imaginárias

A Terra é dividida por linhas imaginárias conhecidas como paralelos e meridianos.

As coordenadas geográficas são um sistema que permite a localização na superfície terrestre, baseiam-se em linhas imaginárias traçadas sobre o globo terrestre. Através dos paralelos e meridianos é possível estabelecer localizações precisas em qualquer ponto do planeta.


Paralelos: são linhas na horizontal. O paralelo principal é a linha do Equador e divide a Terra em dois hemisférios: Norte e Sul.

Principais Paralelos:
- Equador (0º)
- Trópico de Câncer (23º 27' N)
- Trópico de Capricórnio (23º 27'S)
- Círculo Polar Ártico (66° 33' N)
- Círculo Polar Antártico (66° 33' S)


Meridianos: são linhas verticais que ligam um pólo a outro pólo da Terra. O Meridiano principal divide a Terra em dois hemisférios: Leste e Oeste ou Ocidental e Oriental e é chamado de Meridiano de Greenwich.

Principal Meridiano:
- Meridiano de Greenwich (0º)


Os paralelos e meridianos dão as latitudes e longitudes, que são a distância em graus dessas linhas imaginárias.

  • Latitude: é à distância em graus da linha do Equador até uma superfície qualquer da Terra dada pelos paralelos.. As latitudes variam de 0º a 90º para Norte e para Sul.

  • Longitude: é a distancia em graus do Meridiano de Greenwich até uma superfície qualquer da Terra, dada pelos meridianos e variam de 0º a 180º para Leste e para Oeste.




Zonas Climáticas

Devido a inclinação da Terra e a diferença de radiação solar, a superfície da Terra é desigualmente iluminada, a cada uma dessas faixas recebem o nome de Zonas Térmicas ou Zonas Climáticas da Terra. Elas se dividem em:

- Zona Polar - Entre os Pólos e o Círculos polares. Com temperaturas negativas (geralmengte, inferiores a 10ºC). Também chamado de Zona Fria.

- Zona Temperada - Entre os Círculo polares e os Trópicos. Com temperaturas médias moderadas.

- Zona Tropical - Entre o Trópicos. Com temperaturas elevadas (geralmente superiores a 18ºC). Também chamada de Zona Quente, Tórrida ou Intertropical.






Links:

http://www.ficharionline.com/ExibeConteudo.php5?idconteudo=5558http://www.ficharionline.com/ExibeConteudo.php5?idconteudo=5558http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/coordenadas-geograficas/coordenadas-geograficas-1.phphttp://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap2/cap2-1.htmlhttp://geographicae.wordpress.com/page/2/http://www.infoescola.com/geografia/coordenadas-geograficas
http://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/movimentos-terra.htm



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Exercício

01. O que são Coordenadas Geográficas? E qual a importância dessas informações para a nossa vida?


02. O que são Latitude e Longitudes?


03. Localize e nomeie no mapa abaixo as principais Zonas Climáticas da Terra:


04. Localize e nomeie no desenho abaixo os principais Paralelos da Terra:
05. Localize e nomeie no desenho abaixo o principal Meridiano da Terra:


MOVIMENTOS DA TERRA, ESTAÇÕES.

A Terra tem dois movimentos principais: rotação e translação. A rotação em torno de seu eixo é responsável pelo ciclo dia-noite. A translação se refere ao movimento da Terra em sua órbita elíptica em torno do Sol. A posição mais próxima ao Sol, o perihélio (), é atingido aproximadamente em 3 de janeiro e o ponto mais distante, o afélio (), em aproximadamente 4 de julho. As variações na radiação solar recebida devidas à variação da distância são pequenas.

Fig. 2.1 - Relações entre o Sol e a Terra

As estações são causadas pela inclinação do eixo de rotação da Terra em relação à perpendicular ao plano definido pela órbita da Terra (plano da eclíptica) (Fig. 2.1).

Esta inclinação faz com que a orientação da Terra em relação ao Sol mude continuamente enquanto a Terra gira em torno do Sol. O Hemisfério Sul se inclina para longe do Sol durante o nosso inverno e em direção ao Sol durante o nosso verão. Isto significa que a altura do Sol, o ângulo de elevação do Sol acima do horizonte, (ver sistema de coordenadas horizontais na Fig. 2.2) para uma dada hora do dia (por exemplo, meio dia) varia no decorrer do ano. No hemisfério de verão as alturas do Sol são maiores, os dias mais longos e há mais radiação solar. No hemisfério de inverno as alturas do Sol são menores, os dias mais curtos e há menos radiação solar.

Fig. 2.2 - Coordenadas Horizontais

Fig. 2.3 - Coordenadas Geográficas

A quantidade total de radiação solar recebida depende não apenas da duração do dia como também da altura do Sol. Como a Terra é curva, a altura do Sol varia com a latitude (ver sistema de coordenadas geográficas na Fig. 2.3). Isto pode ser visto na Fig. 2.4. A altura do Sol influencia a intensidade de radiação solar, ou irradiância, que é a quantidade de energia que atinge uma área unitária por unidade de tempo (também chamada densidade de fluxo), de duas maneiras. Primeiro, quando os raios solares atingem a Terra verticalmente, eles são mais concentrados. Quando menor a altura solar, mais espalhada e menos intensa a radiação (Fig. 2.5). Segundo, a altura do sol influencia a interação da radiação solar com atmosfera. Se a altura do sol decresce, o percurso dos raios solares através da atmosfera cresce (Fig. 2.4) e a radiação solar sofre maior absorção, reflexão ou espalhamento, o que reduz sua intensidade na superfície.

Fig. 2.4 - Variação da altura do Sol com a latitude. Se a altura do Sol é pequena, os raios que atingem a Terra percorrem distância maior na atmosfera.

Fig. 2.5 - Variações na altura do Sol causam variações na quantidade de energia solar que atinge a Terra. Quanto maior a altura, maior a energia recebida.



Há 4 dias com especial significado na variação anual dos raios solares em relação à Terra. No dia 21 ou 22/12 os raios solares incidem verticalmente (h=90°) em 23°27’S (Trópico de Capricórnio). Este é o solstício de verão para o Hemisfério Sul (HS). Em 21 ou 22/6 eles incidem verticalmente em 23°27’N (Trópico de Câncer). Este é o solstício de inverno para o HS. A meio caminho entre os solstícios ocorrem os equinócios (dias e noites de igual duração). Nestas datas os raios verticais do Sol atingem o equador (latitude = 0°). No HS o equinócio de primavera ocorre em 22 ou 23 de setembro e o de outono em 21 ou 22 de março. As direções relativas dos raios solares e a posição do círculo de iluminação para essas datas estão representadas na Fig. 2.6.

Fig. 2.6 - Características dos solstícios e equinócios

A incidência de raios verticais do sol, portanto, ocorre entre 23°27’N e 23°27’S. Todos os locais situados na mesma latitude tem idênticas alturas do Sol e duração do dia. Se os movimentos relativos Terra-Sol fossem os únicos controladores da temperatura, estes locais teriam temperaturas idênticas. Contudo, apesar da altura do Sol ser o principal controlador da temperatura, não é o único.

Próximo Tópico: Radiação Eletromagnética

Escalas

Deves ser capaz de:

- Dar uma noção de escala.
- Distinguir escala gráfica de escala numérica.
- Identificar mapas de grande e pequena escala.
- Referir as características dos mapas de grande escala.
- Referir as características dos mapas de pequena escala.
- Calcular uma distância real, sabendo a distância do mapa e a escala do mapa.
- Calcular uma distância no mapa, sabendo a distância real e a escala do mapa.
- Calcular a escala de um mapa, sabendo a distância no mapa e a distância real.

A importância das escalas nos mapas...

Da ESCALA dependem muitas vezes os métodos e os instrumentos de análise assim como as observações e as generalizações possíveis.

Em Geografia, é fundamental saber mudar de escala e combinar os diferentes níveis de análise.

O termo é, por outro lado, de emprego difícil pois que “grande” escala corresponde a uma porção de terreno reduzida e “pequena” escala corresponde a um vasto território (designando grande e pequena o resultado da divisão).

A escala traduz assim, a relação entre a distância no mapa e a correspondente distância na realidade, ou seja, indica-nos quantas vezes a realidade foi reduzida.

Como sabes, para representar a superfície da Terra no seu todo ou em parte numa folha de papel temos de reduzir a realidade. Por exemplo, se quiseres representar Portugal Continental numa folha de papel A4 tens de reduzir a dimensão do país cerca de 1,9 milhões de vezes.

A escala pode ser representada de duas formas distintas:

ESCALAS NUMÉRICAS E ESCALAS GRÁFICAS

ESCALAS NUMÉRICAS:

A escala numérica é representada sob a forma de fracção. O numerador é sempre a unidade (1) e indica a distância no mapa, e o denominador a distância real (número de vezes que a realidade foi reduzida para ser cartografada) correspondente, sempre em centímetros (cm).

A escala numérica pode ser representada de três formas diferentes.

Exemplo:

ESCALAS GRÁFICAS:

A escala gráfica é representada sob a forma de um segmento de recta, normalmente subdividido em secções e ao longo do qual são registadas as distâncias reais correspondentes às dimensões do segmento. Nalguns mapas essas distâncias surgem na escala métrica europeia ( fig. 1) e noutros conjugam-se as unidades de medida europeias com as anglo-saxónicas (fig. 2) - em milhas ( utilizadas pelos ingleses e americanos).


Fig. 1 - Escala gráfica em Km ( escala métrica) Fig. 2 - Escala gráfica em Km e milhas

Ex.: Na escala 1: 100 000 - "1 cm" representa a distância no mapa enquanto que o "100 000 cm" representa a distância real. Isto significa que 1 cm no mapa corresponde a 100 000 cm na realidade, ou seja 1 km

Exemplo da utilização dos dois tipos de escalas na mesma situação

Já deves ter reparado que alguns mapas trazem uma escala gráfica, outros trazem uma escala numérica e, existem ainda, os que trazem os dois tipos de escalas. Observa o mapa de Portugal e poderás ver que o mesmo mapa pode ser acompanhado por qualquer um dos tipos de escalas. Como sabes, as escalas gráficas e numéricas representam-se de forma diferente mas têm o mesmo objectivo.

Vantagens e desvantagens da utilização das escalas gráficas e numéricas...

Escala gráfica

Escala numérica

Vantagens

Desvantagens

Vantagens

Desvantagens

Mantêm-se a proporcionalidade quando surgem reduções, ampliações

Menor precisão/rigorosa

Maior precisão/rigorosa

Imprópria para reduções, ampliações

COMPARAÇÃO ENTRE ESCALAS:

Aplicação
Área representada
Tamanho da escalaNível de análise (nº e qualidade dos pormenores
Quantidade de território
representado
Planta da casa1:100/1:200
Grande escala
(Escala igual ou superior a 1/100.000)
Nível de análise é maior
(muitos pormenores)

Reduzido (menor área representada)

escala descritiva

Planta de arruamentos1:500/1.1000
Planta de bairros de cidades, aldeias.
1:1.000/1:2.000/1:5.000
Mapas de grandes propriedades (rurais ou industriais), província, região.10.000/1:25.000/1:50.000/

1:75.000/1:100.000

Mapas de estados, países, continentes, Mundo1:800.000/ 1:10.000.000/90.000.000/

1: 600 000 000

Pequena escala

(Escala inferior a 1/100.000)

Nível de análise é menor

(poucos pormenores)

Elevado (maior área representada)escala explicativa

Nota: Quanto maior o denominador da fracção, mais reduzida é a escala.

Consoante o grau de redução efectuado para realizar o mapa vamos ter mapas de diferentes escalas. Vamos considerar duas grandes categorias de mapas atendendo ao grau de redução; o mapas de grande escala e os mapas de pequena escala.

Os mapas de grande escala mostram muitos pormenores da realidade ( ruas, quarteirões, vias de comunicação, etc., sendo, por isso, muito úteis para a exploração a pé de uma pequena área.

Para representar a ocupação do solo numa cidade é necessário trabalhar com mapas de grande escala, em que a área representada é menor e o nível de análise é maior.

Planta de Lisboa ( mapa de grande escala).

Os mapas de grande escala são mapas que se aproximam muito da realidade, ou seja, não foram muito reduzidos. Têm escalas compreendidos entre 1/10 000 e 1 / 100 000. Por exemplo : 1/50.000 é superior a 80.000. Estes mapas representam pequenas áreas de território mas com uma grande riqueza a nível do pormenor.

As plantas e mapas topográficos (que representam colinas, rios, cidade e comunicações da área representada) são exemplos de mapas de grande escala.

Carta Topográfica
Carta topográfica ( fonte: Instituto Geográfico do Exército)1/50.000

Os mapas de pequena escala são mapas em que a realidade foi muito reduzida, servindo para representar grandes superfícies ou a totalidade do planeta, mas com poucos pormenores ( mapa corográfico, planisférios ou mapas-mundi ). Têm escalas inferiores a 1/100 000. Estes mapas representam vastas áreas de territórios mas com pouca riqueza de pormenor. Estes mapas servem sobretudo para termos uma visão de conjunto acerca dos fenómenos que se passam a nível mundial, como é o caso da distribuição mundial do climas..


Mapa de pequena escala

Dentro dos mapas de grande escala podemos encontrar as plantas (com escalas superiores a 1/10 000) e os mapas topográficos. Na categoria dos mapas de pequenas escalas temos os mapas corográficos e os planisférios.

A escala de um mapa é um auxiliar precioso para calcularmos distâncias. Face a um mapa podemos de ter de calcular:

  • a distância real;
  • a distância no mapa;
  • a escala do mapa

Para trabalhar com escalas, ou seja, para saber quanto mede determinada distância entre dois pontos na realidade, é necessário saber fazer reduções.

Quilómetro
Hectómetro
Decâmetro
Metro
Decímetro
Centímetro
milímetro
km
hm
dam
m
dm
cm
mm

Nota: Não te esqueças das reduções. Não podes misturar diferentes unidades na mesma operação.

Segue as seguintes regras:

Exemplos:

6 000 000 cm = 60 km (conta-se 5 casas para a esquerda a partir das unidades)

10 km = 1 000 000 cm (conta-se 5 casas para a direita a partir das unidades)

COMO CALCULAR DISTÂNCIAS REAIS

1. Identifica a escala presente no mapa - 1/21000000.

2. Mede com a régua a distância entre os lugares que queres saber.

Exemplo :

Lisboa - Londres ( 9cm )

3. Usa a regra da proporcionalidade para calcular a distância real.

1cm 9cm
-------------- = --------
21000000cm X

x = 21000000 x 9:1

:X=189.000.000

X= 1890Kms

Problemas com escalas

Problema A - Temos um mapa com escala 1 / 250 000. Nesse mapa as localidades A e B estão separadas 4 cm. Qual a distância que as separa na realidade?

Neste problema sabemos a escala e a distância no mapa. Pretendemos saber a distância real.

Resolução:

1cm 4cm
-------------- = --------
250000 cm X

x = 250000 x 4

:X=250000cm=1000000cm

X= 10 Kms

Resposta: as duas localidades distam entre si 10 km.

Problema B - No mesmo mapa, queremos assinalar uma localidade K que se encontra situada 3 km a Norte da localidade A.

Neste problema sabemos a escala do mapa e a distância real. Queremos saber a distância no mapa.

Resolução:

1º - temos de reduzir os 3 km a centímetros, dá 300000. Agora já podemos efectuar os cálculos.

1cm X
-------------- = --------
250000 cm 300.000

X=300.000 : 250000 =1,2 cm

Resposta: no mapa devemos medir 1,2 cm, para Norte da localidade A e assinalar a localidade K.

Problema C - Temos uma planta de uma sala de aula sem escala. Nesta planta as janelas estão representadas com 1 cm, mas sabemos que na realidade medem 3 metros.

Neste problema sabemos a distância no mapa e a distância real. Queremos saber a escala.

Resolução:

1º - temos de reduzir os 3 m a centímetros, dá 300. Agora já podemos efectuar os cálculos.

1cm 1
-------------- = --------
300 cm X

X=300 x 1:1 =300

Resposta: a escala dessa planta é de 1 / 300.


in: http://www.prof2000.pt/users/elisabethm/geo7/escalas.htm

Coordenadas geográficas

Coordenadas geográficas

Globo terrestre

Globo terrestre

Zonas climáticas

Zonas climáticas

Tipo de escalas

Tipo de escalas

Escalas gráficas

Escalas gráficas

Continentes/Oceanos

Continentes/Oceanos

Planisfério

Planisfério

Tipo de mapas

Tipo de mapas

Mapa orográfico

Mapa orográfico

Mapa topográfico

Mapa topográfico

Mapa temático

Mapa temático

acidente mineração